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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Modalidades de Textos na Tecnologia

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Bom dia, Professor!
Segue, abaixo, uma reflexão sobre a importância de todas as modalidades de linguagem para o letramento tecnológico dos nossos alunos.
Texto enviado pelo canal "Fala, Professor!", da Sem Fonteiras!

Bom dia e boa leitura! 
Um Abraço!
Kéli Grazieli


A gente está aqui hoje para lançar uma reflexão: a importância de todas as modalidades de linguagem para o letramento tecnológico do seu aluno.

Difícil? Que nada! É bem simples de entender.

Um projeto de Tecnologia Educacional funciona sempre articulando a escrita a outras modalidades de linguagens não verbais (diagramação, gráficos, ilustrações, fotos, imagens, sons etc.). Mas essa combinação não é exclusividade da tecnologia, acontece também nas páginas de um jornal, de um livro com gráficos ou ilustrações, nas legendas de um filme. As diversas linguagens agregam significados ao que está escrito. Ou seja, a multimodalidade sempre foi o estado natural da escrita.

Ocorre que as tecnologias da comunicação potencializaram a multimodalidade do texto verbal, aumentando a quantidade de associações entre textos verbais e não verbais. A tecnologia propõe também hipertextos e novas possibilidades de leitura não linear. Vamos lembrar aqui que a forma de pensar dos alunos também não é linear: a linguagem da internet influenciou de forma irreversível a lógica de todas as gerações que vieram a partir dela. Por isso nosso alunos e a tecnologia conversam tão bem.

O que queremos frisar aqui é que você pode ficar tranquilo, pois o projeto “E Eu com Isso?” leva todas essas questões em consideração desde sua estrutura até seu conteúdo, passando por todos os recursos envolvidos (mais de 4.900 recursos!!). Mas nosso produto só tem sucesso se o professor se torna mediador. Ou seja, promove em sala um ambiente em que os alunos têm a oportunidade de ler textos verbais e não-verbais, interpretá-los, para depois proceder a ação requisitada. Se o professor “entrega” as respostas para as atividades, tira da turma a possibilidade de ampliar ainda mais sua vivência tecnológica.

Ficou fácil agora? Então, entre nessa onda: estimule seus alunos a ler enunciados e "ajudas" (botões na lateral direita da tela, cujo ícone é um ponto de interrogação,...) para entenderem o objetivo das atividades. Atenção: Não precisa mudar sua metodologia de aula. É só incorporar momentos de interpretação das diversas linguagens, sejam textos, imagens, vídeos...

E claro, conte para nós os resultados.

Um abraço da equipe de Relacionamento com o Cliente Sem Fronteiras.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Sugestões de Atividades

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Bom dia, professores!

O canal "Fala, Professor!", da Sem Fronteiras tem nos enviado várias sugestões de atividades com as ferramentas do Projeto "E Eu Com Isso?!".
Segue, abaixo, sugestões de trabalho com a ferramenta: Mapa do Brasil.

Um Abraço!
Kéli Graziéli


O Projeto “E eu com isso?” trouxe uma ferramenta que está conquistando o coração de alunos e professores pelo Brasil: o Multimeio “Mapa do Brasil” (na Abcteca). Muitos resultados incríveis já foram relatados pelos docentes. E como o Fala, Professor! está sempre de olho nas novidades, reunimos aqui algumas atividades que podem ser desenvolvidas para movimentar a turma, trabalhando características das regiões brasileiras:

1. De onde vem?
Peça para a turma trazer rótulos ou embalagens dos produtos que a família consumiu. Dê um prazo maior que uma semana, para que todos possam participar. Faça a leitura dos rótulos, aproveitando para trabalhar valor nutricional, no caso de alimentos, e componentes, no caso de produtos químicos.
Depois, peça para que os alunos analisem onde o produto em questão foi fabricado e armazenado.
Dê continuidade pedindo para que os alunos identifiquem no mapa digital as regiões citadas na etapa anterior.
Para finalizar, faça uma análise: quais são as regiões do Brasil que mais concentraram a fabricação dos produtos? Quais as maiores produtoras de matéria primas?
Para fixar o conteúdo, indicamos a utilização de atividades no Módulo #partiufazer, que reforçam os setores da economia: primário, secundário e terciário.

2. De cada lugar...
As atividades do Módulo #pravalorizar estão cheias de referências regionais: comidas, vestimentas, modo de falar. Que tal selecionar algumas dessas atividades para utilizar paralelamente ao mapa?
Para essa dinâmica, pesquise com seus alunos falas, tradições e alimentação de cada região (use as atividades como referência, mas incentive que os alunos tragam de casa os regionalismos que a família conhece). Produzam bilhetes contendo essas mensagens. Forme equipes e distribua os bilhetes. Faça com que cada equipe aponte no mapa digital a que região o bilhete se refere. Para ficar ainda mais divertido, pode acrescentar o desafio “Tempo” (defina um tempo para que cada equipe aponte no mapa a região correta).
Lembre-se de produzir um gabarito, para sua conferência.
Para finalizar, utilizem uma ferramenta de autoria (Editor de Jornal ou HQ) para que a turma registre todo esse conhecimento adquirido.

3. Atlas, pra que te quero?
Atlas impressos continuam sendo apaixonantes para as crianças. Eles trazem dezenas de informações e curiosidades.
Seja qual for a dinâmica escolhida para trabalhar com o mapa digital, você pode acrescentar mapas impressos (a área de impressão na Mestreteca tem os modelos) e um Atlas (normalmente disponível nas bibliotecas públicas).
Importante: sempre que possível, trabalhe com o mapa impresso e a Rosa dos Ventos no chão. Essa prática simples ressalta com os alunos as coordenadas geográficas, reforçando que o Norte não é “em cima” e o Sul não é “embaixo”.
 

Se você tiver internet na escola, o trabalho pode ganhar uma dimensão ainda mais divertida: leve a turma para uma pesquisa em sites como o Google Maps e programas como o Google Earth, que possibilitam a visualização de partes do globo em versão cartográfica, imagens de satélite, fotos aéreas e até em 3D - algumas vezes, com uma resolução que permite perceber características das construções, quantidade de árvores e até de carros em uma paisagem.

"Mapas e atlas impressos continuam tendo utilidade. Porém aprender a utilizar a cartografia digital permite converter o aluno em sujeito ativo do processo de construção da informação geográfica", avalia Levon Boligian, autor de livros didáticos e professor de Metodologia de Ensino de Geografia da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp), em uma entrevista ao Portal Nova Escola.

Gostou? Continue acompanhando nossas dicas, e não esqueça de nos contar seus resultados!